Mass strangulation
Hysteric conjuration
Macabre infestation
Worship defecation
Soul evisceration
Death hallucination
Malignant humiliation
Ritualistic suffocation
24.7.08
22.7.08
The Siege of Aina
Scream and run
Run and fall
Fall and burn
Burn and die
Die and rot
Rot in Hell!
Damn you all!
Run and fall
Fall and burn
Burn and die
Die and rot
Rot in Hell!
Damn you all!
13.7.08
Um pensamento
A frase mais sábia que já ouvi:
"O mar não é nada bonito."
A ouvi há pouco tempo, mas acredito que o efeito que surtiu sobre mim foi algo muito maior do que imaginei. Acho importante ressaltar o momento e a simplicidade em que ela foi dita.
Estávamos um amigo e eu divagando sobre os pequenos detalhes da vida e como eles nos fazem felizes. Comentávamos sobre viagens no momento e eu disse que apesar de gostar muito de montanhas e lugares frios, as praias me tentavam no fim/princípio de cada ano. Ele me disse, simplismente: "Detesto sol e o mar não é nada bonito, como todos costumam afirmar". Nesse instante tive um ataque filosófico e disse alto, meio que para mim mesma: "É verdade, o mar não é nada bonito".
Bom, o resto da história não importa, mas sim minha justificativa, que aliás, é a razão disso tudo.
Ao longo de nossas vidas ouvimos nossos pais e amigos dizer que o mar é lindo e maravilhoso, então desde pequenos fomos induzidos a pensar assim, sem que possamos dizê-lo por nós mesmos.
Nenhum homem chegou a ser ele mesmo por completo; dizem que quando a cortina está preste a ser aberta, os bons atores de teatro experimentam uma tensão quase insuportável que desaparece no momento em que a peça começa. Concordo plenamente com essa afirmação, se considerarmos nós mesmos os atores e o abrir das cortinas o nosso despertar de cada dia. E não é exatamente o que ocorre?
Acordamos todos os dias na expectativa de estarmos vivos e ao abrir os olhos confirmamos isso. Somos levados a ir ao trabalho/escola para garantir um futuro para nós e nossa família. Para isso, somos submetidos a cumprir as obrigações que os "superiores" mandam. Aí, é possível ver duas opções: o não aceitar a proposta e arriscar a perder o emprego; ou ser submisso e fazer o que te ordenam.
Deixamos que algumas pessoas escrevam nossas falas, designem nosso papel na sociedade. E se você for sortudo, ganhará o papel principal e dirá corretamente aquilo que querem: "meu Deus, como o mar é bonito".
"O mar não é nada bonito."
A ouvi há pouco tempo, mas acredito que o efeito que surtiu sobre mim foi algo muito maior do que imaginei. Acho importante ressaltar o momento e a simplicidade em que ela foi dita.
Estávamos um amigo e eu divagando sobre os pequenos detalhes da vida e como eles nos fazem felizes. Comentávamos sobre viagens no momento e eu disse que apesar de gostar muito de montanhas e lugares frios, as praias me tentavam no fim/princípio de cada ano. Ele me disse, simplismente: "Detesto sol e o mar não é nada bonito, como todos costumam afirmar". Nesse instante tive um ataque filosófico e disse alto, meio que para mim mesma: "É verdade, o mar não é nada bonito".
Bom, o resto da história não importa, mas sim minha justificativa, que aliás, é a razão disso tudo.
Ao longo de nossas vidas ouvimos nossos pais e amigos dizer que o mar é lindo e maravilhoso, então desde pequenos fomos induzidos a pensar assim, sem que possamos dizê-lo por nós mesmos.
Nenhum homem chegou a ser ele mesmo por completo; dizem que quando a cortina está preste a ser aberta, os bons atores de teatro experimentam uma tensão quase insuportável que desaparece no momento em que a peça começa. Concordo plenamente com essa afirmação, se considerarmos nós mesmos os atores e o abrir das cortinas o nosso despertar de cada dia. E não é exatamente o que ocorre?
Acordamos todos os dias na expectativa de estarmos vivos e ao abrir os olhos confirmamos isso. Somos levados a ir ao trabalho/escola para garantir um futuro para nós e nossa família. Para isso, somos submetidos a cumprir as obrigações que os "superiores" mandam. Aí, é possível ver duas opções: o não aceitar a proposta e arriscar a perder o emprego; ou ser submisso e fazer o que te ordenam.
Deixamos que algumas pessoas escrevam nossas falas, designem nosso papel na sociedade. E se você for sortudo, ganhará o papel principal e dirá corretamente aquilo que querem: "meu Deus, como o mar é bonito".
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